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  1. avatar
    Ter Jul 16, 2013 4:32 pm
    Mensagem por Aliot von Limbourg - Ra'qush - Segunda Aula (parte 1)
    Certo, vamos para nossa segunda aula /o/

    Nesse post, eu vou falar a respeito da estrutura de formação das frases em Ra'qush, assim como os substantivos (abordando sua formação e dando uma visão "por cima" sobre os casos gramaticais)


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    Sintaxe - Formação das Frases

    Antes de falar de qualquer coisa sobre a gramática, é importante falar sobre a formação das frases em Ra'qush, assim como uma visão "por cima" da sintaxe do idioma.

    Diferentemente do português (e das demais línguas de origem latina), o Ra'qush segue uma forma sintática diferenciada. Sendo chamado um idioma de sintaxe "SOV"

    E o que isso significa?

    Significa que a ordem dos termos numa oração em Ra'qush é dada por "sujeito-objeto-verbo". Ou seja, numa frase, o que vem primeiro é o sujeito, depois o objeto, e no final, o verbo.

    Isso é um contraste com o português, que é um idioma de sintaxe "SVO" (onde primeiro vem o sujeito, depois o verbo e por fim o objeto)

    Abaixo, estará alguns exemplo de frases escritas na ordem SOV, com o objeto destacado em negrito e itálico
    Entenda por objeto tudo que, na ordem sujeito-verbo-objeto, vier após o verbo

    Exemplificando:

    "Eu e meus amigos vamos para minha casa"  <-- construção de uma frase em português (seguindo a ordem sujeito-verbo-objeto)

    "Eu e meus amigos para minha casa vamos"  <-- construção de uma frase em ra'qush (seguindo a ordem sujeito-objeto-verbo)

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    "Eu vou cozinhar o jantar"  <-- construção de uma frase em português (ordem SVO)

    "Eu o jantar vou cozinhar"  <-- construção de uma frase em ra'qush (ordem SOV)

    Nota: perceba que o "vou cozinhar" assume o papel de um único verbo, pois "vou cozinhar" possui o mesmo sentido do verbo cozinhar no futuro ("cozinharei/irei cozinhar")

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    "O mecânico e seus ajudantes construíram uma máquina movida a vapor"  <-- ordem SVO

    "O mecânico e seus ajudantes uma máquina movida a vapor construíram"  <-- ordem SOV

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    Eu fui até o armazém comprar uma caixa de sapatos  <-- exemplo de período em ordem SVO

    Eu até o armazém fui uma caixa de sapatos comprar  <-- exemplo de período em ordem SOV

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    Michael desejou que todos viessem para sua festa  <-- oração subordinada substantiva escrita na ordem SVO

    Michael que todos viessem para sua festa desejou  <-- oração subordinada substantiva escrita na ordem SOV

    Nota: "que todos viessem para sua festa" é uma oração subordinada substantiva objetiva direta, ou seja, ela exerce a função de objeto direto do verbo "desejar". Esse tipo de construção será abordada em aulas futuras, quando falarmos de orações subordinadas


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    Apesar de parecer complicado construir uma frase usando a forma sujeito-objeto-verbo, ela é mais simples do que aparenta ser, sendo apenas uma questão de prática e de uso.

    Em termos prático, é recomendado escrever primeiro a frase que se quer traduzir para a forma SOV, e só depois traduzir os termos presentes nela. Dessa forma, evita-se o risco de errar na construção da frase, assim como também treina-se a formação sintática SOV.

    Antes de partirmos para o próximo tópico, aqui vai o exemplo de uma oração (simples) em Ra'qush, para contextualizar o que já foi dito.

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    Ex:

    Português: O homem trabalha na fazenda
    Ra'qush: Go'ha dan jankao hadage

    Go'ha: nativo das terras sem rei (nota: também pode significar "homem" ou "pessoa")
    Dan: partícula de posição (preposição "em")
    Jankao: fazenda
    Hadage: trabalha - 3º pessoa do singular do presente do verbo trabalhar (hadagan)

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    Ex 2:

    Português: Eu e meus amigos viajamos para Xhor
    Ra'qush: Ka va teigon kayen Xhor'ite makujin

    Ka: eu
    Va: conjução aditiva ("e")
    Teigon: amigos (plural de "teigo"; amigo)
    Kaya: meu (nota: pronomes possessivos não variam em número)
    Xhor'ite: para Xhor (declinação no caso lativo)
    Makujin: viajamos - 1º pessoa do plural do pretérito do verbo viajar (makujan)

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    Ex 3:

    Português: Keela vai cozinhar o jantar
    Ra'qush Keela jonqari gaukkerya

    Keela: Keela (sujeito da oração)
    Jonqari: o jantar (declinação no caso acusativo)
    gaukkera: vai cozinhar/cozinhará - 3º pessoa do futuro do verbo cozinhar (gaukkan)

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    Bom, sobre a sintaxe, é isso. No próximo post falaremos sobre os substantivos, assim como uma visão por cima sobre suas declinações e suas formações

    Qualquer dúvida é só perguntar :3

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    Habilidades:

    Nível 2: Gatilho de Chamas
    Descr: imbui a propriedade de fogo na sua arma, permitindo disparar uma bola de fogo pela canhoneira

    Nível 2: Sincronicidade
    Descr: essa habilidade permite fazer com que os sentidos de Aliot entrem em sincronia com o ambiente ao seu redor, permitindo que ele possa realizar ataques e movimentos muito rápidos, num espaço de tempo moderado, assim como golpes e disparos mais precisos e potentes.
  2. avatar
    Ter Jul 16, 2013 2:38 pm
    Mensagem por Aliot von Limbourg - Ra'qush - Primeira Aula
    Aqui está a primeira de várias mensagens/posts os quais estarei fazendo, falando e abordando o idioma falado pelo povo das terras-sem-rei, o Ra'qush.

    Sempre gosto de começar falando de um idioma por sua pronuncia, afinal, é a base do entendimento de qualquer língua.

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    Ra'qush - A Fonologia


    O Ra'qush é um idioma que possui 23 sons consonantais, 2 semivogais e 7 vogais propriamente ditas, totalizando 32 fonemas.

    Apesar de aparentar ser uma quantidade grande de sons, a pronuncia das palavras ra'qushianas é bem simples e de fácil compreensão, pois sempre se lê o que está escrito.
    É um idioma cuja formação das palavras (foneticamente falando) também é bem simples, sendo raro haver numa palavra três (ou mais) consoantes consecutivas (como em "entretanto")

    Vale lembrar que, o Ra'qush não é um idioma unificado, e que ele possui vários dialetos, porém, a gramática permanece a mesma em cada dialeto, sendo que o que muda de um para o outro é a pronuncia de algumas palavras, o vocabulário e a ortografia.

    Existem 2 "correntes" principais de dialetos go'hakianos. 

    O primeiro (que é considerado o "Ra'qush Oficial", e que é o dialeto mais falado pelos go'hakianos) é o Ra'qush de Xhor, falado em Xhor, Radda, Youshai e suas respectivas cidades estado. 
    O segundo é o Ra'qush de Gaat, falado em Akosh, Gaat e suas respectivas cidades estado.


    Será abordado mais embaixo as diferenças fonéticas entre os dois dialetos.


    Nota 1:  o dialeto em que este guia se baseia é o Ra'qush de Xhor (o mais falado entre os dialetos)
    Nota 2:  Keela, Raegon e os demais Andarilhos da Areia sabem falar fluentemente as duas variantes princiapis de Ra'qush, apesar de que, o "dialeto mãe" de Keela e Raegon é o dialeto falado em Akosh. (afinal, eles nasceram lá)

    Sem mais delongas, vamos começar os estudos. (modo telecurso 2000)

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    Consoantes

    Abaixo, está a lista da pronuncia das consoantes do idioma. Dividido em uma tabela, onde na primeira coluna está a letra no idioma, na segunda coluna a pronuncia aproximada da consoante em português, e na terceira, o som da consoante no alfabeto fonético internacional (AFI)

    ConsoanteComo pronunciar Símbolo em AFI

    Bsom de "b", igual ao português/b/
    Ksom de "c/k", como em "carro", "casa", canto"/k/
    Dsom de "d", como em "dado", "cada", "dedo"/d/
    Gsom de "g", como em "agasalho", "gato", "guerra"/g/
    Hsom de "rr", como em "carro", "marra", "narrar"/h/ ou /ħ/
    Jsom de "j" como nas palavras inglesas "Jaime", "joint", "just"/dʒ/
    Lsom de "l" como em "lança", "largo", "mala"./l/
    Msom de "m", igual ao português/m/
    Nsom de "n", igual ao português/n/
    Ngsom nasal como nas palavras inglesas "young", "ring", ou "hang"/ŋ/
    Psom de "p", igual ao português/p/
    Qsom similar ao "k", porém, pronunciado com o fundo da garganta (encostando a parte de trás da língua na úvula)/q/
    Rsom de "r" como em "caro", "parada", "trama"/r/
    Ssom de "s", como em "massa", "sussurro", "tenso"/s/
    Shsom de "ch/x", como em "caixa", "macho", "faixa"/ʃ/
    Tsom de "t", como em "taco", "tentar", "sentar"/t/
    Tssom de "ts" como no japonês "tsunami" ou no inglês "regrets"/ts/
    VSom de "v", igual ao português/v/
    FSom de "f", igual ao português/f/
    XSom de "dz" (pronunciado como se pertencessem a uma única sílaba)/dz/
    Zsom de "z", igual ao português/z/
    ChSom de "tch" como em "tchau", ou som de "ch", como na palavra inglesa "chain"/tʃ/
    XhSom de "j", igual ao português ou francês (como em "varejo", "Tejo", "j'adore")/ʒ/

    Algumas considerações importantes valem ser ressaltadas a respeito das consoantes.

    Primeira Consideração:

    As consoantes "d" e "t" (/d/, /t/) nunca são palatizadas.

    No português, em alguns dialetos, é comum o "t" passar a ter som de "tch" quando ele vem antes da letra "i" (por exemplo, algumas pessoas pronunciam "tia" como "tchia"). 
    A mesma coisa acontece com o "d", que passa a ter som de "dj" quando ele é sucedido pela letra "i" (como é o caso de "dia", que é pronunciado por alguns como "djia)

    Esse tipo de fenômeno se chama: palatização, e em Ra'qush, ele não acontece

    Isso quer dizer que: antes da letra "i", essas duas letras não passam a ser pronunciadas como "tchi" e "dji" (/tʃi/ e /dʒ/)

    Portanto, palavras como "Tikai" (amuleto, em ra'qush) e "Kohan'di" (desejo, em ra'qush) não são pronunciadas como "chikai" (tʃi.kaj) e "corrandjí" (koħan.dʒi), pois, como foi dito mais a cima, em ra'qush, se fala o que se está escrito

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    Segunda Consideração


    Diferenciar o "k" do "q".

    O "k" é uma consoante chamada de "oclusiva velar surda". Isso quer dizer que ela é pronunciada prendendo o ar (criando uma oclusão) no céu da boca (o véu palatino) com a parte de trás da língua, isso tudo sem vibrar as cordas vocais (ou seja, ela é "surda")

    O "q" é uma consoante chamada de "oclusiva uvular surda", Isso quer dizer que ela é pronunciada prendendo o ar (numa oclusão) na úvula (aquele trocinho que fica pendurado no fundo do céu da boca [http://pt.wikipedia.org/wiki/%C3%9Avula]) com a parte de trás da língua, isso tudo sem também vibrar as cordas vocais (ou seja, ela é surda)

    Em outra palavras, no "k" você pronuncia com a parte de trás da língua no céu da boca, no "q" você cria um "estalo", pronunciado um "k" com o fundo da garganta.

    Mas, para que a necessidade de saber isso tudo?

    Simples. Existem palavras em ra'qush que são diferenciadas pelo som do "k" ou do "q". 

    Por exemplo: 

    Rikom significa "verde", porém, Riqom significa "chão"

    Moka significa "papel", porém, "Moqa" significa "laço"

    Niqqun significa "pele", porém, "Nikkun" é o nome dado aos sacerdotes da religião Rokontontei (religião dos go'hakianos)

    Rokon significa "luz", porém, "Roqon" significa "rápido" 

    Existem, inclusive, alguns "trava-línguas" feitos com essa variação de k e q, como por exemplo:

    "Ka moqani mokaiya yona dan riqom rikom qorentis"

    Traduzindo: Eu fiz um laço de papel sentado no chão verde

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    Terceira Consideração

    Esta última consideração vai abordar algumas diferenças fonéticas entre os dois dialetos principais.

    Os falantes do dialeto Ra'qush de Gaat tendem a pronunciar o "x" (dz) como "z", portanto, palavras como "xaro" (peso), "qoxuri" (espinha), "hoxu" (azulejo), e "moxoro" (fósforo) são pronunciadas (e escritas) como "zaro", "qozuri", "hozu" e "mozoro".

    Os falantes do dialeto de Gaat também tendem a trocar o "y" (se este vier após uma consoante) por um apóstrofo ('), dessa forma:

    "Nyoros" (ainda/ainda que) passa a ser "N'oros"
    "Kyahajutsa" (tribunal) passa a ser "K'ahajutsa"
    "Tsyorongo" (pessoa inconveniente) passa a ser "Ts'orongo"
    "Lyohu" (unha) passa a ser "L'ohu"

    Apesar dessa mudança, a pronuncia permanece a mesma.

    Agora que terminamos essas considerações sobre as consoantes, vamos falar sobre as vogais.

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    Vogais e Semi-Vogais


    Como fora dito mais a cima, o Ra'qush possui 7 sons vocálicos e 2 sons semi-vocálicos. Porém, antes de falar sobre esses termos, vamos relembrar aqui o conceito de "vogal" e "semi-vogal"

    Vogal: fonema que passa livremente pela boca (ou nariz) sem obstrução

    Semivogal: fonema articulado juntamente com uma vogal, usada para formar ditongos e tritongos.

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    As Vogais.

    Os sons vocálicos do Ra'qush são representados abaixo, no mesmo esquema das consoantes (escrita, pronúncia e símbolo no alfabeto fonético)

     
    Asom de "a", igual ao português/a/
    Esom de "ê" (fechado) ou "é" (aberto)/e/, /ɛ/
    ISom de "i", igual ao português/i/
    OSom de "ô" (fechado) ou "ó" (aberto)/o/, /ɔ/
    USom de "u", porém, um pouco mais aberto /ʊ/

    Nota: muitas vezes, o som do /ʊ/ é confundido com o som de "/u/" (som da letra "u" no português, e na maioria dos demais idiomas). Isso deve-se ao fato de que o som do "/ʊ/" não existe (propriamente dito) no português padrão, porém, ele é presente na língua inglesa, em palavras como "hook", "pool", "luck", ou "took".

    No entanto, é importante não levar em muita consideração essa diferença entre o som de "/u/" e 
    "/ʊ/", por que, em alguns dialetos, os próprios go'hakianos acabam pronunciando o "u" com som de /u/ propriamente dito.

    Nota 2:  toda vogal possui o mesmo som, não importa a posição dela na palavra (portanto, palavras como "Na'aro" (dedo) ou "Moxoro" (fósforo) são pronunciadas falando o "o" com som de /o/, e não pronunciadas como "naáru" ou "modzôru" (pronunciando o "o" com som de /u/)

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    As Semivogais.


    Existem duas semivogais em Ra'qush, são elas "w" e "y" (representadas respectivamente pelos símbolos fonético "/w/" e "/j/")

    elas sempre vão aparecer formando ditongos ou tritongos, como em "Washa" (nome de uma cidade-satélite, localizada na ilha de Giga), "Yo'hangoro" (O Ocidente), Newara (beleza), Vawa (suspiro)

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    Ditongos 

    Em Ra'qush, existem dois tipos de ditongos, são eles: os ditongos crescente, e os ditongos decrescentes.

    Ditongos crescentes são marcadas com uma semivogal ("w" ou "y") e uma vogal propriamente dita, ou são marcados por uma vogal sucedida por uma vogal mais aberta.

    São ditongos crescentes: "ya", "ye", "yi", "wa", "we", "wi"  -  "ia", "ie", "ua", "ue", "ea", "oa"

    Ditongos decrescente são marcados por uma vogal seguido de uma semivogal (representada por "i" ou "u"), ou uma vogal mais fechada

    São ditongos decrescentes: "ai", "ae", "ao", "ei", "eu", "ou"


    Agora que as vogais foram abordadas, vamos falar da tonalização:


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    Tonalização - O Uso do Apóstrofo 


    Qualquer um que já viu alguma frase, por menor que seja, em Ra'qush, deve ter se perguntando "mas para que diabos eles usam tanto o apóstrofo"?

    O próprio nome do idioma possui apóstrofo, o nome da terra deles possui também apóstrofo (Go'haka) e cerca de um oitavo das palavras em Ra'qush usam o apóstrofo. Então, o que diabos isso significa?

    O apóstrofo (chamado de "Tonggaro" em Ra'qush) é a chamada "marca da tonalização", ele é usado para indicar a letra (seja vogal ou consoante) que vem imediatamente após ele é a "letra forte" ou o "fonema de intensidade"

    Em outra palavras, ele indica que a sílaba que vem após ele é a sílaba tônica da palavra.

    É sempre importante por o apóstrofo nas palavras pois, o Ra'qush é o que chamamos de "Idioma Tônico" ou "Idioma Prosódico", ou seja, um idioma tônico é aquele cujas palavras mudam de sentido dependendo da sílaba tônica.

    O Ra'qush é como o português, cujas palavras mudam de sentido se você mudar a sílaba tônica.

    Por exemplo, "secretária" e "secretaria" possuem a mesma quantidade de letra E a mesma pronúncia, no entanto, possuem sílabas tônicas diferentes, e consequentemente, significados diferentes.

    O mesmo acontece com o Ra'qush. Veja, por exemplo:

    "Jaeharo", cujo significado é "guarda" (profissão) e cuja sílaba tônica é "jaeHAro"
    "Ja'eharo", cujo significado é "ao lado" (preposição) e cuja sílaba tônica é "jaEharo"

    Nem todas as palavras possuem um apóstrofo para indicar sua sílaba tônica, mas é importante lembrar que a maioria das palavras em Ra'qush que não são acentuadas são paroxítonas.

    Porém, a regra é que:

    1: Se a palavra termina em um ditongo decrescente (ae, ai, ou) ela é oxítona

    2: Se a palavra termina num ditongo crescente, (ya, wa, ie, ia) ela é paroxítona (exceto se for marcada com o apóstrofo)

    3: Se a palavra termina numa vogal, e for oxítona, ela é marcada com o apóstrofo.

    4: Palavras terminadas com "r" ou "n" e são oxítonas não recebem a marca do apóstrofo

    5: Se a palavra raiz é oxítona, e sua forma declinada/derivada receber outra sílaba, ela se torna paroxítona.

    Exemplo: Go'ha (nome dado aos nativos das terras-sem-rei) é oxítona (pronuncia-se como "gorrá"). Go'haka ("terra dos go'ha") é paroxítona.

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