O Mundo

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Mensagem por Aliot von Limbourg em Seg Maio 27, 2013 2:01 pm


Milhares de Ilhas flutuam nesses céus... das menores às maiores, cada uma guarda um segredo pronto para ser revelado



O mundo de Skyworld é muito grande, com vários locais para se explorar e mundos novos para se descobrir, e não seria surpresa para ninguém se um novato ficar “perdido” na imensidão dos posts que Skyworld possui, afinal, estamos falando de um RPG onde existem mais de 100 tópicos de locais diferentes para que os jogadores narrem seus personagens e suas aventuras (ou desventuras...).

Portanto, para ajudar os jogadores (tanto novos quanto velhos) do RPG a entenderem melhor o universo de Cyphus, foi criado este tópico, no intuito de dar uma explicação geral sobre os países do RPG (e algumas informações extras, como cultura, história, costumes, etc.)

No intuito de deixar este tópico mais organizado, ele será divido em partes, cada parte será um post, e cada post abordará um continente ou um país diferente

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Habilidades:

Nível 2: Gatilho de Chamas
Descr: imbui a propriedade de fogo na sua arma, permitindo disparar uma bola de fogo pela canhoneira

Nível 2: Sincronicidade
Descr: essa habilidade permite fazer com que os sentidos de Aliot entrem em sincronia com o ambiente ao seu redor, permitindo que ele possa realizar ataques e movimentos muito rápidos, num espaço de tempo moderado, assim como golpes e disparos mais precisos e potentes.
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Re: O Mundo

Mensagem por Aliot von Limbourg em Seg Maio 27, 2013 2:10 pm

O Ocidente.


O continente ocidental, situado na área oeste de Cyphus, é o mais populoso e densamente povoado dos três continentes flutuantes. Sua população é predominantemente humana e, em termos étnicos, apresentam uma cor de pele mais alva e tons de cabelos mais claros.

Apesar dos humanos serem maioria, as demais raças também marcam presença no continente. Comunidades de wescans e elozianos são muito comuns em Ylliria e Schatzvel, assim como é possível se deparar com bairros e distritos élficos em Servais e em algumas cidades de Andros. Também é possível encontrar vários imigrantes nativos das terras-sem-rei morando em várias cidades no sul de Ylliria e de Brastel.

O ocidente também foi o local de vários eventos históricos importantes, que deixaram sua marca ao longo da história de Skyworld, como por exemplo: o fim o grande Império do Oeste, antiga civilização (que, comparada com o nosso mundo, seria o império romano) que dominou com força todo o continente ocidental, dando origem a cinco dos seis países humanos. A importância do Império do Oeste é tão grande para o ocidente (e para Cyphus, num modo geral) que o calendário usado no mundo do RPG é dividido em duas eras: antes do fim do Império do Oeste (antes da queda, ou A.Q) e depois do fim do Império do Oeste (depois da queda, D.Q).

Abaixo, estarão listados os tópicos falando sobre os seis países do ocidente, na respectiva ordem:

Reino de Andros
Reino Unido de Brastel
Condado de Ylliria
Grão-Ducado Fyorda
Baronato de Servais
República de Schatzvel


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Re: O Mundo

Mensagem por Aliot von Limbourg em Seg Maio 27, 2013 2:15 pm

Reino de Andros:


Informações Básicas:

Nome Oficial: Reino de Andros
Localização: meio-norte do continente ocidental, Grande Ilha de Vastas
Capital: Capitólio (pop. média de 1,3 milhões de habitantes)
Idioma Oficial: Ândrico
Religião Predominante: religião do oeste
Moeda Corrente: Talento
Raça Predominante: Humana
Genitivo: Andrês/Andresa
Forma de Governo: Monarquia Aristocrática
Lema: Glória e Honra na Batalha.

Líder atual: Rei Thaddeus Saellock

O Reino de Andros é, atualmente, o mais poderoso país do ocidente (e, talvez, de toda Cyphus), e apesar de sua economia não ser mais tão poderosa quanto antigamente, é um dos países com o maior poderio militar e influência política de toda Cyphus.

A grandiosidade de Andros é, sem dúvida, inquestionável. O reino foi formado duas décadas após A Queda, o é uma nação de grande poder (bélico, político, tecnológico, religioso e social), cujos seus líderes fizeram grandes feitos (bons e ruins) e que marcaram a história das terras flutuante para a eternidade. Alguns desses feitos valem a pena serem citados, como: A Batalha de Yppshire (evento principal da guerra civil ândrica, ocorrida em 898 D.Q), o início da revolução industrial (em Cobburg), a Guerra do Cravo e da Rosa, e a infame Revolução dos Magos, que marcou para sempre o lamentável destino da magia no mundo de Skyworld.

Apesar de sua força e respeito, Andros nem de longe está vivendo seu período áureo. O país já passara por várias “mini-guerras civis” aos longo dos dois últimos séculos; a economia do país está, vagarosamente, entrando em crise e várias tensões políticas estão, aos poucos, surgindo entre as famílias reais andresas.

A cultura andresa é muito conhecida (tanto no ocidente quanto no oriente). O povo de Andros é famoso por seu desenvolvimento tecnológico (afinal, estamos falando do país que deu início a Era da Indústria), por sua rica história, pela imponente arquitetura, por e pelos valores aristocráticos. A verdade é que muitos andreses valorizam o “nome de família”, isto deve-se ao fato de, durantes décadas, uma mesma família governar o reino, criando várias dinastias e sucessores na linhagem real . Tanto é, que criou-se um ditado, que diz que: “Podes ser pobre até na alma, mas se carregas um nome rico, em Andros, serás tratado como tal”.

Algumas importantes famílias valem a pena serem listadas, como os:

Ashwood, Blastwood, Dunstar e Greyhardt, importantes famílias do ramo militar.

Campbell, Caynne, Paenloch e Farant, conhecidas famílias do ramo comercial e financeiro de Andros.

Ou ainda os Thorne (e sua ramificação, Thornssen), Redsword e Queensblade, grandes famílias de engenheiros e mecânicos.

Essa “cultura do nome nobre” é tão presente e forte em Andros, que até o sistema de governo gira em torno dos nomes familiares. Em Andros, assume o poder do trono real aquele que é o “líder” (patriarca ou matriarca) da mais poderosa família do país. Este é o motivo pelo qual Andros é chamado de “monarquia aristocrática”, pois as mais poderosas famílias governam o país.

Um sentimento comum a vários habitantes de andros (em especial, os humanos andreses) é o patriotismo. Muitos andreses vêm sua nação como uma terra de glória e de poder, e mesmo que Andros não esteja em seu apogeu, muitos são capazes de dar sua vida por sua pátria. É um sentimento bonito, mas é ao mesmo tempo, polêmico, pois já foi comum em tempos passados os andreses considerarem as demais raças e os humanos de outros países como “inferiores”, e que apenas seu país de origem (Andros) tinha o direito de viver a glória e o apogeuv. Esse sentimento racista e xenofóbico surgiu no início do governo da dinastia Ignorhold, e perdurou quase três séculos, até o início da segunda metade do século XII (doze), quando a dinastia Saellock, família originária de Schatzvel, assumiu o poder em 1351 D.Q.
Apesar desse preconceito com pessoas de outros países ter sido drasticamente diminuído com a ascendência dos Saellock, alguns andreses ainda guardam esse sentimento, principalmente as famílias mais conservadores.

Andros também é o coração da Religião do Oeste, religião esta que, na atualidade, é a mais cultuada em toda Cyphus. É em Capitólio que se localiza a sede da instituição religiosa, na grandiosa Basílica de Kronos.

Andros é um país de clima ameno no verão e frio no seu inverno de três meses. Possui as quatro estações bem definidas e com períodos de tempo similares (três meses, no geral). O relevo do país é, no geral, plano, com apenas algumas elevações acentuadas (mas nada que pode ser chamado de “montanha”). Vegetação homogênea típica de floresta temperada.



Última edição por Aliot von Limbourg em Ter Maio 28, 2013 12:38 pm, editado 1 vez(es)

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Re: O Mundo

Mensagem por Aliot von Limbourg em Seg Maio 27, 2013 2:17 pm

Reino Unido de Brastel



Informações Básicas:

Nome Oficial: Reino Unido de Brastel
Localização: meio-sul do continente ocidental, Grande Ilha de Vastas
Capital: Baía Dourada (pop. média de 950 mil de habitantes)
Idioma Oficial: Ândrico
Religião Predominante: religião do oeste
Moeda Corrente: Talento
Raça Predominante: Humana
Genitivo: Brastelan ou Brastelense.
Forma de Governo: Monarquia Estratificada, dividida em Assembléia das Cidades (poder executivo), Assembléia das Leis (poder legislativo) e Assembléia do Povo (poder judiciário).
Lema: Pelo Céu e Pela Terra, Nós haveremos de lutar.

Líder atual: Rei Ávila de Regalha


O Reino Unido de Brastel é uma grandiosa nação, localizada na mesma ilha flutuante em que se situa Andros, a Grande Ilha de Vastas. Conhecida por sua grande frota aérea, por seu tamanho (o segundo maior país do ocidente), pelos melhores esgrimistas e pelas mais extravagantes festas, Brastel é uma nação que não pode ser resumido em apenas uma frase sem deixar de contar algo.

Fundado logo após Andros, depois d’A Queda, o Reino Unido de Brastel foi formado pela união de duas províncias do oeste, são elas: a província de Terdemo e a província Dourada, sendo a união desses dois antigos estados o território atual de Brastel.

Existe algo que está profundamente enraizado nos costumes e na cultura dos brastelans, é a “arte da espada e escudo”. Antes do Império do Oeste cair, as províncias de Dourada e Terdemo eram responsáveis por treinar os soldados imperiais (que, diga-se de passagem, foram os responsáveis pela expansão e grandiosidade do Império), após a queda, as províncias se uniram e continuaram a perpetuar a tradição da arte da espada e escudo. No que antes fora a província de Terdemo, hoje é a Cidade-Castelo de Terdemut, e onde antes fora a província de Dourada, hoje é a capital do país, a cidade de Baía Dourada.

Em poucas palavras, a arte da espada e escudo pode ser entendida como “a arte da guerra”, ou a “arte da esgrima”, ou a “arte de como decapitar um ser humano em menos de 12 segundos”. Trata-se do estudo da guerra, das armas, e do combate (teórico e prático). Nas “escolas de combate” de Brastel, é possível aprender de tudo sobre as mais variadas estratégias militares, as mais elaboradas técnicas combates corpo a corpo e as mais elegantes e mortais formas de se empunhar uma rapieira.

Se tem outra coisa pelo qual o Reino de Brastel é conhecido, além de seus excelentes soldados esgrimistas, são suas festas extravagantes. De fato, os brastelenses são conhecidos por fazerem as melhores comemorações em toda Cyphus, e esta verdade pode ser comprovada num conhecido ditado (criado pelos próprios brastelans):

“Se queres fazer uma festividade para ao longo do tempo ser lembrada, chame um cidadão de Brastel, ele ensinar-te-á como uma festa de arromba deve ser criada”

É errôneo dizer que as festas, banquetes, orgias e comemorações aleatórias não fazem parte da cultura de Brastel, mas o conceito de “festa” pode variar bastante de pessoa para pessoa. Entre os mais ricos, uma festa é uma comemoração exacerbada, exagerada e esdrúxula, com direito a todas as luxúrias e regalias possíveis; com direito a toda sorte de bebidas alcoólicas que o dinheiro pode comprar. Já entre os mais humildes e desafortunados, a coisa já é mais diferente... uma dúzia e meia de convidados, uma grade de vinho, uma travessa de quitutes caseiros e um quarteto de músicos tocando baladas tradicionais numa laje, ou numa praça, é a definição perfeito de “festa” para a classe pobre de Brastel.

Até hoje, ninguém sabe ao certo a origem do nome “Brastel”. Andros significa “humano” no antigo idioma ocidental, Ylliria significa “casa do sol” em Yllírico Antigo, Fyorda é uma forma “moderna” da palavra nórnica “Fjórd”, nome dado às várias pequenas ilhas flutuantes que vagueiam pelas beiradas da ilha de Fyorda... mas Brastel? Nem mesmo os brastelans sabem seu significado.
Alguns estudiosos dizem que o nome “Brastel” vem da frase “Edventum Brazia, Vynxum Brastelia” (Pela glória da espada, pela honra dos espadachins, no antigo idioma do oeste)

O sistema de governo do Reino-Unido de Brastel é o que pode ser chamado de “monarquia estratificada”, onde há um líder soberano, (o monarca), e um conjunto de três assembléias, que auxiliam o Rei a governar o país, e que representam os três poderes do estado (legislativo, executivo e judiciário).
É dever do rei escolher os membros das três assembléias (assembléia do povo, das cidades e das leis), e um direito seu de seguir os conselhos e mandatos nos membros das assembléias

O clima de Brastel é ameno na maior parte do ano. A neve apenas surge no auge do inverno, quando as temperaturas atingem, menos 5 graus Celsius. O relevo do país é idêntico ao de Andros: plano, com algumas poucas elevações de baixa altitude. A vegetação do país é temperada, porém, com florestas mais heterogêneas e de vegetações de maior altitude.


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Re: O Mundo

Mensagem por Aliot von Limbourg em Seg Maio 27, 2013 2:26 pm

Condado de Ylliria


Informações Básicas:

Nome Oficial: Condado de Ylliria
Localização: Ilha de Yllos, sul do continente ocidental, ao sul da ilha de Vastas e de Servais.
Capital: Marsivel (pop. média de 1 milhão de habitantes)
Idioma Oficial: Ândrico
Religião Predominante: religião solaris
Moeda Corrente: Talento
Raça Predominante: Humana (porém há significativos grupos de wescans e elozianos espalhados ao longo do país)
Genitivo: ylliriano ou yllírico
Forma de Governo: Condado
Lema: Desde o nascente ao poente, lutaremos por ti, valentes.

Líder atual: Condessa Emanuella Taeton


Localizado no sul do continente ocidental, na grandiosa ilha de Yllos, o Condado de Ylliria é um local único do mundo de Cyphus. E, apesar de não possuir o maior dos exércitos ou a melhor das economias, se Ylliria não tivesse existido, Cyphus não seria o mesmo mundo que conhecemos hoje.

Quando se fala em Ylliria, é bem provável que a primeira coisa que vem na cabeça das pessoas é “navios voadores”, e não é para menos, foi em Ylliria que um pequeno grupo de pescadores encontrou enterradas no fundo do mar, pepitas de grávita; pedras que, quando esquentadas, são capazes de flutuar por conta própria, gerando um campo anti-gravitacional.
Pode não parecer muito, mas essa humilde e simples descoberta foi responsável pela criação dos primeiros núcleos de grávita, e como conseqüência, a invenção dos navios voadores.

A tradição dos navios voadores é algo muito íntimo e próximo dos yllirianos, já que são eles que fabricam as melhores aeronaves, e de onde saem os pilotos mais experientes, e portanto, não é incomum jovens de 11 ou 12 anos começarem a ter aulas teóricas de como pilotar uma aeronave.
Se você perguntar para qualquer menino ou menina com idade inferior a 13 anos o “que eles vão querer ser quando crescer”, metade responderá: piloto de aeronave.

Um fato muito curioso sobre o povo de Ylliria, é que, diferentemente de outros países ocidentais (como Andros ou Fyorda) que não aceitam facilmente a vinda de imigrantes de outros países, ou de outras raças, na sua terra natal, os yllirianos acolhem de braços abertos os viajantes vindos de outros países.
De fato, para eles, a miscigenação é algo positivo, pois ela difunde as culturas estrangeiras e enriquece a cultura yllírica (que por sua natureza, já é muito rica). Muitos chegam a dizer que os yllirianos “não possuem frescura quando se vai escolher um parceiro na cama”, por esses e outro motivos, o povo de Ylliria acabou sendo tachado como “promíscuo” e “depravado”.
Certo que, muitos yllirianos tendem a descobrir e aflorar sua sexualidade desde muito cedo, mas tachar os jovens de ylliria de depravados é algo (pelo menos, para o povo do condado) muito ofensivo.
É também muito comum em Ylliria, nas grandes cidades, haver bairros e comunidades de wescans (principalmente de Reandra) e elozianos.

Ylliria também é o segundo país onde mais se rejeita a magia (perdendo nesse quesito apenas para Andros). Isso deve-se ao fato de que a Helia Signa possui uma grande atividade no Condado, sendo ela muito presente nas ações políticas, religiosas e militares em Ylliria.

O segundo motivo para uma presença tão grande no país, é que, metade dos Yllirianos pertencem a chamada “Religião Solaris”, uma religião monoteísta, que cultua O Sol como uma entidade divina, um Deus. Para aqueles que crêem nesta fé, o Sol é um ser onipresente e onisciente, porém, ele não é onipotente, mas aqueles que acreditam na sua existência como ser celestial e divino poderão vagar pelo cosmos, ao seu lado, para toda a eternidade, livres de qualquer dor, sofrimento ou pensamento ruim.
Apesar de ser uma religião bem liberal, a Helia Signa (ordem cujos preceitos e fundamentos são baseados na religião solaris) leva muito a sério seus textos e escrituras sagradas, e não aceitam aqueles que contradizem seus dogmas; dessa forma, eles acabaram levando a imagem de que “todo aquele que crê na religião solaris é louco e fanático”.

O chefe de estado em Ylliria é o Conde (ou condessa), cujo governo é semelhante a uma monarquia hereditária, onde o sucessor será aquele mais próximo na linhagem real (o filho, ou a filha mais velha do conde/condessa). O Conde também possui uma “câmara de conselheiros”, onde os mais intelectuais do país se unem, para auxiliar o líder de Ylliria no seu governo.

O clima em Ylliria varia bastante ao longo do ano. É quente no verão (com temperaturas médias de 25º a 30º Celsius) e frio e chuvoso no inverno (com temperatura média de 5º a 10º Celsius). É raro nevar em Ylliria, e quando neva, é apenas durante os invernos mais rigorosos. O relevo do país é totalmente irregular e imprevisível, cheio de escarpas, vales e depressões.

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Re: O Mundo

Mensagem por Aliot von Limbourg em Seg Maio 27, 2013 2:32 pm

Grão-Ducado de Fyorda


Informações Básicas:

Nome Oficial: Grão-Ducado Nórdico de Fyorda
Localização: Ilha dos Fiordes, ao norte da Ilha de Schatzvel, nordeste da ilha de Vastas.
Capital: Ogaryn (pop. média de 911 mil de habitantes)
Idioma Oficial: Ândrico
Religião Predominante: religião do oeste
Moeda Corrente: Talento
Raça Predominante: Humana
Genitivo: fyórdico ou fyordano/fyordana
Forma de Governo: Ducado
Lema: Guerreiros fortes, filhos dos fiordes, herdeiros do norte, encareis a sorte sem temer a própria a morte.

Líder atual: Grão-Duque Tybell Blackhorn (sucessor do Grão-Duque Helmir Jögandr)


Localizado no nordeste do ocidente, reside uma ilha flutuante de ventos e clima gélidos, onde o inverno é longo e o verão é curto... de que local estamos falando?
Qualquer um ao ouvir essas características dirá que, está se falando do Grão-Ducado de Fyorda, o mais antigo país dos humanos, mais antigo que o próprio Império do Oeste.

Fyorda é um país, que, no mínimo, pode ser chamado de “velho”. Acredita-se que os primeiros humanos chegaram a Ilha dos Fiordes (ilha flutuante onde se situa o grão-ducado) por volta de 1100 A.Q.
Mas o verdadeiro motivo por qual Fyorda é um “país velho”, deve-se ao fato do país já existir (como um Grão-Ducado) antes mesmo dos outros 5 países humanos serem criados. Em quanto Andros e Brastel ainda estavam elaborando suas constituições, Fyorda já era governada pelos seus Grão-Duques, ou como eram chamados no antigo idioma fyórdico, os “Ulfjarl

Os fyordanos são famosos por serem guerreiros brutais e impiedosos. Na verdade, durante muito tempo, Fyorda já foi o país com o mais exército do ocidente (maior até que Andros). Apesar de, atualmente, Fyorda não carregar mais o título de “país com o maior exército”, é sem dúvida um dos países com os soldados mais qualificados (tanto quanto os de Brastel).

Apesar de bem-afamados pela poderosa ordem militar, o povo do grão-ducado ficou conhecido, ao longo do tempo, por serem pessoas brutas, arrogantes e inescrupulosas. Muitas pessoas acham que “o frio de Fyorda congelou o coração dos fyordanos”, ou que “o inverno do norte petrifica suas emoções, junto com o resto do corpo”.

Convenhamos que é difícil ficar de bom humor quando o clima fica a menos 20º por quase um mês inteiro, mas, de longe, os fyordanos podem ser chamados de “arrogantes” ou “inescrupulosos”, e apesar de não irem muito com a cara de estrangeiros ou pessoas de outras raças, os fyórdicos são um povo hospitaleiro e de bom coração.

A culinária do norte, pode ser facilmente resumida em três palavras: porco, peixe e frango. Os fyordanos são carnívoros por excelência e jamais recusariam uma costela de boi, ou uma coxinha de frango. Se fores comer na casa de um nativo do Grão-Ducado, recomenda-se não comer nada três ou quatro horas antes, pois é certeza que “você vai se empanturrar até o céu da boca”. É como diz o ditado:

“você pode morrer congelado, atropelado, assassinado, ou devorado por animais selvagens, mas de fome, em Fyorda, você não morrerá”

Apesar de tachada como um local de pessoas brutas, mal-educadas e de um governo mal organizado, o sistema governamental do Grão-Ducado é bastante organizado, onde o poder é dividido entre unidades políticas:

A menor das unidades é uma Thul (Cidade, no antigo idioma de Fyorda), governadas por um “Thuinn” (Prefeito, no antigo idioma de Fyorda)
A segunda unidade, é o “ducado” (que seria como um estado), governada por um duque, ou “jarl” (que seria como o governador do estado)
E a terceira unidade é o Grão-Ducado, que é o país como um todo, governado por um Grão-Duque.

O clima de Fyorda, como já foi citado antes, é frio na maior parte do ano. Os invernos são longos e rigorosos. O relevo do país é constituído por planícies (ao sul) e montanhas (ao norte); é comum também encontrar pequenas ilhas flutuantes (chamadas de fiordes), que vagueiam sozinhas, ao longo da extensão do país. A vegetação de Fyorda, no sul, é de Taiga (floresta de coníferas), e ao norte é de Tundra (plantas herbáceas e pequenos arbustos)

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Re: O Mundo

Mensagem por Aliot von Limbourg em Seg Maio 27, 2013 2:39 pm

Baronato de Servais


Informações Básicas:

Nome Oficial: Baronato de Servais (Pronuncia-se como “Servé”)
Localização: Ilha de Servais, ao leste de Brastel e sul de Schatzvel
Capital: Bellafont (pop. média de 700 mil habitantes)
Idioma Oficial: Ândrico, porém, em comunidades mais interioranas e rurais, é comum ser falado o sérvico. (idioma falado em Servais antes do ândrico virar a língua oficial)
Religião Predominante: religião do oeste
Moeda Corrente: Talento
Raça Predominante: Humana
Genitivo: servasiano/servasiana
Forma de Governo: Baronia
Lema: Pelo barão, pelo povo, pela liberdade (Par Raex, Par Serf, Par Liberthais, em sérvico)

Líder Atual: Barão Aloïs Falcone


Vastas campinas... uma pequena fazenda no interior, apreciando o por do sol de frente a um grandioso parreiral, tomando uma taça de vinho e comendo alguns aperitivos em quanto escuta o som de um acordeão e uma viola da gamba... uma bela visão, não acha? Pois esta visão é bastante comum e corriqueira para os servasianos, o povo de Servais.

O Baronato de Servais fora um dos últimos países ocidentais a ser formado após a dissolução do Império do Ocidente.
Durante quase sete décadas, a Ilha Flutuante de Gardine (hoje, chamada de Ilha de Servais) não tivera ninguém que pudesse governá-la, e assim foi até que Yann de Jandoir unira os povos e as famílias que habitavam na ilha de Gardine. Yann, juntamente com seu povo, construiu a cidade de Bellafont e se tornou o Primeiro Barão de Servais.

Desde o dia que Yann de Jandoir uniu as famílias de Gardine (que constantemente brigavam entre si pelo direito do território da ilha) e fundou Servais. O ocidente se deparou com um país que, apesar de ser o segundo menor do continente, era poderoso e tinha o potencial de superar as grandes potências em ascensão, como Andros e Brastel.

Em termos militares, Servais não possui o maior dos exércitos. Na verdade, o Baronato possui o segundo menor exército do continente ocidental, mas em contrapartida, Servais é o país mais rico de todo o ocidente.

Toda a riqueza de Servais deve-se a sua “eficiência”. Servais é um país que sempre evitou ao máximo puxar brigas com outras nações, afinal de contas, toda guerra é cara, e esse dinheiro deve vir de algum lugar...
Mas não é só pela precaução bélica que Servais se tornou um país rico. Os mestres-canhonistas (nome dado àquele que produz canhoneiras) de Servais são os melhores do ocidente (e talvez, de toda Cyphus)
A Lua Alva, a ordem de distribuição e transporte mais importante do ocidente possui sede em Portus Luna (uma cidade-portus independente, localizada a sudoeste da Ilha de Servais), e como conseqüência, boa parte dos lucros adquiridos pela empresa vão para o Baronato.
A arte da vinicultura e a produção de vinho e champagne também é um importante fator na cultura e na economia do Baronato. É de Servais que saem os melhores barris de vinho, que são exportados para o mundo todo.

Outro motivo que, talvez influencie bastante na riqueza do país, é que os servasianos são, de fato, preocupados com suas finanças. É raro não conhecer um cidadão de Servais que não se importe com o dinheiro, e é por esse motivo que as famílias que trabalham com bancos e/ou instituições financeiras, como os Royaux, Vardembris e Falcone, são tão famosos entre o povo de Servais.
Preocupar-se com o dinheiro é importante, mas muitos servasianos levam isso a sério e por conta disso, o povo de Servais acabou sendo tachado de “mesquinho” e “pão-duro”.

Os servasianos também são grandes apreciadores da música, e não é raro encontrar por aí entusiastas que desejam se tornar músicos profissionais e entrar em grandes orquestras.
Portanto, não se espante quando estiver caminhando por Bellafont, Yevain ou Pierongarde, e ver um acordeanista, um violonista, um saxofonista, ou qualquer tipo de instrumentista tocando pelas ruas da cidade. De fato, grandes músicos servasianos começaram sua carreira tocando nas ruas.

Uma pequena curiosidade sobre o Baronato, é que, diferentemente dos demais países ocidentais, que deixaram de falar seus respectivos idiomas originais para substituí-los pelo ândrico, em Servais ainda é falado o “sérvico” (o idioma nativo do Baronato, falado pelos primeiros servasianos).
Por mais que ele não seja mais falado como idioma oficial, ele ainda é o idioma usado para se assinar tratados e documentos oficiais, assim como é o idioma materno de muitas pessoas nascidas no interior de Servais.

O sistema de governo de Servais é chamado de Baronia. Onde um barão (ou baronesa) lideram o país com o auxílio de uma câmara governamental (conhecida como “câmara real”), que auxilia e aconselha o barão nas decisões de tratados internacionais, acertos políticos, estratégias militares, etc.

O clima de Servais é ameno durante a primavera e verão, e é frio no outono e inverno (porém, não é comum a ocorrência de neve, apenas no auge do inverno). O relevo é plano como um tapete, com apenas algumas pequenas serras e morros ao longo de sua extensão. A vegetação servasiana é formada por árvore de pequeno e médio porte, plantas herbáceas, gramíneas e vegetação rasteiras.


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Habilidades:

Nível 2: Gatilho de Chamas
Descr: imbui a propriedade de fogo na sua arma, permitindo disparar uma bola de fogo pela canhoneira

Nível 2: Sincronicidade
Descr: essa habilidade permite fazer com que os sentidos de Aliot entrem em sincronia com o ambiente ao seu redor, permitindo que ele possa realizar ataques e movimentos muito rápidos, num espaço de tempo moderado, assim como golpes e disparos mais precisos e potentes.
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Re: O Mundo

Mensagem por Aliot von Limbourg em Sab Ago 24, 2013 6:38 pm

República de Schatzvel


Informações Básicas:

Nome Oficial: Sereníssima República de Schatz Vielland
Localização: Ilha de Schatz, ao leste de Andros e sul de Fyorda
Capital: Bryon (pop. média de 880 mil habitantes)
Idioma Oficial: Ândrico
Religião Predominante: Religião do Oeste (porém, possui uma quantidade considerável de adeptos da religião solaris)
Moeda Corrente: Talento
Raça Predominante: Humana
Genitivo: schátzio/schátzia, schatzveliano. O termo “alpino/alpina” também é usado para se referir àqueles que nascem em Schatzvel
Forma de Governo: República
Lema: Das trevas, com sangue, à luz

Líder Atual: Chanceler Ludwig Schneider


Construída entre grandiosos alpes e vertiginosos desfiladeiros, reside a República de Schatzvel (pronuncia-se como “chats-vel”), o menor dos países ocidentais. Apesar de pequeno, é um país de suma importância na situação política do ocidente.
Conhecido pelos avanços comerciais, pelo desenvolvimento tecnológico e pelas conhecidíssimas minas encravadas entres seus vales, Schatzvel é um país de contrastes, e ao mesmo tempo, de surpresas e encantos.

Apesar de não ser tão rico quanto as demais nações, Schatzvel é o país mais democrático de todo o ocidente, de fato, Schatz é conhecida por abrigar a nação mais liberal de todo o ocidente (quiçá, Cyphus). A liberdade de expressão é algo que existe na teoria e na prática em Schatzvel (pelo menos, na grande maioria das vezes).
Sua forma de governo chama atenção. Enquanto que os demais países do ocidente são regidos por uma forma de monarquia ou ramo monárquico, Schatz é governada por um chanceler, um líder político escolhido pelo povo que mantêm-se no poder durante 10 anos.
Após cada década, é feita uma grande eleição (que pode durar até um semestre) para escolher um novo líder que governará a república.

Falando de assuntos políticos, Schatzvel se destaca por ter os melhores embaixadores de todo o ocidente, de fato, o país é conhecido por ser responsável por elaborar acordos entre nações (tanto orientais quanto ocidentais) que já evitaram que muitas outras guerras acontecessem, e nisso, dá-se o crédito de Schatz ter os mais inteligentes e audazes conciliadores internacionais

É tanto, que diz-se que “a mente de um embaixador alpino é como uma águia: audaz, veloz e observadora”

O motivo para que Schatzvel tenha tantos “gênios políticos” é que o país é centro de uma enorme rede de faculdades, colégios e universidades que situam-se ao longo de toda extensão da república. Com uma fama educacional tão grande, não é de se esperar que pessoas de vários países (e continentes) venham para Schatzvel, aprender as mais variadas artes e ciências.
Boa parte da fama que Schatzvel ganhou por suas universidades deve-se ao fato de uma organização conhecida como “Sacro Magisterium” ter chegado na nação por volta do ano de 1303 D.Q.

A Sacro Magisterium (oficialmente conhecida como a “Ordem Sofista do Sagrado Magistério) é uma organizado educacional-religiosa, fundada no ano de 1077 D.Q (dois anos após o fim da guerra do cravo e da rosa). A Sacro Magisterium (abreviada como Sac.Ma) tem como objetivo formar educadores dos mais variados tipos, fazendo-os viajar ao longo de Cyphus, ensinando para os mais necessitados toda sorte de conhecimento que eles possam partilhar.
Esses “professores viajantes” são chamados de sofistas, e seu objetivo é ensinar a quem eles puderem, divulgando o conhecimento.
A Sacro Magisterium é uma organização que sofreu uma cisma da religião solaris (semelhante a Helia Signa, que pertence a Solaris, mas que não pertence diretamente a organização religiosa da religião solariano). Para os adeptos da Sacro Magisterium, o conhecimento e a sapiência são bênçãos dadas pelo próprio Deus Sol e toda fonte de conhecimento é sagrada, dessa forma, é um dever dos sofistas partilha-la com todos.
Graça a ela que a educação foi disseminada em Schatzvel, e graças a ela que a religião solaris se disseminou tanto em Schatzvel, fazendo o país se tornar a segunda nação ocidental com mais adeptos a religião solariana.

Assim como Servais, Schatzvel é uma nação onde a magia é permitida (e apoiada por vários sofistas), é tanto que em Servais se localiza a única escola de magia oficial de todo o ocidente, é a chamada “Faculdade Arcanis”, situada na cidade de Worrett.
Essa liberdade que Schatzvel dá aos magos fez com que Servais se tornasse uma grande aliada da nação alpina. Está aliança é famosa desde os tempos da guerra do cravo e da rosa, onde Servais e Schatzvel formaram a “aliança da rosa”.

Outro aspecto que vale ressaltar em Schatzvel são seus comerciantes. Audazes e inteligentes, os mascates schátzios são conhecidos por saberem de pouco um tudo, e por venderem toda sorte de equipamento de toda origem (a maioria duvidosa, mas de inegável qualidade).

Outro fator importante a ser ressaltado sobre Schatzvel são seus grupos mercenários. As “espadas de aluguel”, como são popularmente chamados os mercenários schátzios, são famosos por cobrarem muito, e por realizarem todo tipo de serviço impossível e insano que seus clientes desejem.
Sejam trabalhando como guarda particulares, soldados de exércitos, espiões ou mensageiros, os mercenários alpinos são os mais famosos de toda Cyphus.
A fama dos mercenários schátzios é tanta que o próprio chanceler de Schatzvel possui contratado por tempo integral um famoso grupo de mercenários chamados de “Águias de Bronze”, mercenários estes que são responsáveis por proteger a sede do governo schatzveliano, o “Palácio de Ferro”.

Schatzvel também é conhecida por suas inúmeras minas, localizadas entre os vales de seus escarpados alpes.
Ouro, prata e até diamantes são encontrados no interior das montanhas de Schatzvel, sendo está uma das principais fontes de renda da república. A fama mineral é tanta na república que foram os minérios que deram este nome ao país.
No antigo idioma falado pelos schatzvelianos (outrora conhecido como “alpenino”), Schatzvel era conhecida como “Schatz Vielland”, significando “terra dos veios de ouro” ou então “terra do tesouro” no antigo idioma local.

O clima schátzio é frio na maior parte do ano. Por se localizar acima de Servais e embaixo de Fyorda (por onde descem os frios ventos nórdicos), e devido sua alta altitude, o clima de Fyorda oscila entre 0º e 12º na maior parte do ano (dando uma aparência “outonal” constantes às florestas schátzias), no verão de dois meses do país, as temperaturas comumente ultrapassam os 20º.






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Re: O Mundo

Mensagem por Aliot von Limbourg em Sab Set 07, 2013 10:02 pm

O Oriente


O continente oriental, situado na área leste de Cyphus, é o segundo mais populoso de todos os três continentes flutuantes. Sua população é composta (em sua maioria) por álfares (ou elfos), wescans e elozianos.

O Oriente é a terra natal das três raças não-humanas, mas isso não quer dizer que não hajam humanos vivendo nas terras do leste. Populações humanas podem ser facilmente encontradas em cidades interioranas de Eloz e de Tarêndia.

Apesar do clima variar bastante entre as ilhas orientais, o clima é predominantemente ameno no oeste silvestre, frio no leste montanhoso do oriente, e chuvoso no norte pantanoso.
Diferentemente do ocidentais, que detêm uma aversão perceptível a magia, o orientais (em sua maioria) apreciam as artes mágicas, acolhendo muitos adeptos arcanos de braços abertos.
Ainda que dois de seus países não permitam a prática da magia, adotando os ideais ocidentais, é loucura não dizer que a magia não fez parte da história do oriente, pois, como muitos dizem: A história do oriente se escreveu sob a magia e sangue.
Muitas nações tentam ignorar a magia, mas a verdade é que, na terra onde as artes arcanas nasceram, fica difícil esquecer ou disfarçar sua existência

Abaixo, estarão listados os tópicos falando sobre os cinco países do oriente, na respectiva ordem:

Império de Tarêndia
República de Mithrai
Principado de Vaz
Reinado de Reandra
Confederação de Eloz


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Re: O Mundo

Mensagem por Aliot von Limbourg em Sab Set 07, 2013 10:05 pm

Império de Tarêndia



Nome Oficial: Adewyn era Tarendia (Império de Tarêndia, em Yiari)
Localização: norte do continente oriental. Porção oeste da Ilha Flutuante de Sellar.
Capital: Poetta (pop. media de 1 milhão de habitantes)
Idioma Oficial: Yiari
Religião Predominante: Chantria
Moeda Corrente: Aruendo
Raça Predominante: Álfar
Genitivo: Tarêndico/Tarêndica, ou Tarendês/Tarendesa
Forma de Governo: Império (Monarquia Absolutista)
Lema: Pelo Imperador, damos nossa vida. Por Dainn, entregamos nossa morte. (Sar Adónner, teron dúinn shaoracht. Sar Dainn, gallyon dúinn banshacht, em Yiari)

Líder Atual: Imperador Rwyndar Mórhad


Dentre os vastos campos do sul, aos pântanos do norte. Tarêndia é uma terra de fascínio e de mistérios. É o orgulho élfico esboçado no mapa de Cyphus, a honra dos álfares sob o punho do imperador. Tarêndia é sem dúvida a nação mais poderosa de todo o oriente.

Tarêndia é uma nação antiga. Sua fundação data do ano de 1520 A.Q, quando as antigas nações élficas de Tarens e Lubes se uniram, formando uma única e poderosa nação conhecida como Tarêndia.
Tarêndia foi formada na porção oeste da Ilha de Sellar, uma gigantesca ilha flutuante que é compartilhada por outra nação élfica: Mithrai

O poderio que Tarêndia detém é inquestionável. A nação élfica possui uma grandiosa armada, uma grandiosa esquadra aérea e uma economia soberba, sem falar que em Tarêndia localiza-se o centro religioso da Chantria, a religião mais cultuada no oriente (e a mais cultuada entre os elfos).
É este poder e grandiosidade que faz dos elfos de Tarêndia seres orgulhosos, patriotas e fiéis de sua terra natal. Um elfo de Tarêndia não pensa duas vezes antes de matar para proteger sua nação, ou morrer pela mesma.
É este orgulho élfico que os tarêndicos possuem que dá-lhes a fama de serem esnobes, racistas e mesquinhos em relação a outras nações (especialmente Mithrai) ou outras raças.
A verdade, obviamente, não é essa, pois, apesar de serem orgulhosos em relação a sua terra natal, os elfos de Tarêndia são em sua maioria indiferentes em relação as demais nações orientais.

Apesar de típico dos tarendeses, a “neutralidade élfica” é também uma característica comum aos elfos de Mithrai.
A verdade é que, de todas as raças, os elfos são aqueles que menos se interessam em assuntos políticos internacionais. Esse fato faz tanto jus a raça que a ele foi criado um ditado:

“Numa guerra, ou luta-se como um homem, ou fica-se encima do muro como um elfo”

Apesar de ficar “encima” do muro, o Império possui fortes alianças com Schatzvel, Fyorda e Ylliria, sendo estes dois últimos países importantes parceiros comerciais de Tarêndia.

Uma característica importante a respeito de Tarêndia é o estatuto da magia na nação élfica. Tarêndia é um país onde a magia é permitida, e é incentivada pelo conselho imperial.
A cidade de Areodh, localizada no coração de Tarêndia, é um verdadeiro refúgio para os magos do oriente (e para Cyphus, como um todo). Lá, a magia prospera, sendo ensinada aos magos mais jovens pelos mestres arcanos mais velhos, criando uma verdadeira “tradição arcana” no centro do império.
Além de exímios magos, Tarêndia é detentora dos melhores arqueiros do oriente (quiçá, de toda Cyphus). O império treinou ao longo dos anos verdadeiras legiões de arqueiros, que foram responsáveis por proteger sua nação durante gerações. A elite destes bravos guerreiros do arco são conhecidos mais propriamente pelo nome de "rastreadores" (ou Sinnachor, como são chamados em Yiari).
Graças aos rastreadores, o Império não fora destruída ou reduzida pelas demais nações em períodos de guerra passados, pois, além de exímios batedores, os rastreadores tarêndicos são excelentes espiões, assassinos, guardas e caçadores. Não é a toa que a eles foi dada a alcunha de "As Sombras do Imperador"

Vale salientar também que de Tarêndia saem os melhores arcos e as mais potentes bestas, feitas com a mais alta tecnologia balística do oriente.

Como fora dito anteriormente, Tarêndia é o “coração” da Chantria, a religião mais cultuada do oriente.
A chantria prega a crença em Dainn, um Deus Parental, o “pai de tudo e todos”. Dainn é um deus que, segundo aqueles que crêem no chantrismo, protege todos os seus “filhos” (seus fiéis) do “caminho obscuro” pregado por outras religiões ou crenças pagãs. Sendo ele o caminho mais seguro e fidedigno para se atingir a “iluminação”.
Os adeptos a fé de Dainn também acreditam que Ele envia seus ascetas, pessoas que teriam atingindo a “iluminação” no plano mortal, tornando-se representantes do deus em Cyphus.
Os Dainners (como são chamados aqueles que pertencem a religião da chantria) possuem um admirável respeito pelos ascetas, tratando-os como semi-deuses ou santos.
Apesar de ser uma crença bastante divulgada no oriente, ela é relativamente recente, remetendo suas origens por volta do ano de 50 D.Q, onde foi “fundada” pelos primeiros ascetas (considerados os primeiros mensageiros de Dainn).

Tarêndia também tem uma fama peculiar: os elfos tarendeses são os melhores e mais experientes produtores de veículos a vapor terrestres, especialmente trens (e variantes de veículos de ferrovias). Essa fama é tanta que a maioria das linhas de ferro de Cyphus foram erguidas e financiadas por engenheiros e magnatas élficos.
Não é por menos que em Tarêndia, haja uma complexa linha de estradas de ferro (conhecida como a Ferrovia de Dhéonnt) ligando todas as cidades do Império.

O Império é um país de clima frio e úmido. Chuvas são comuns o ano todo, deixando o clima local “abafado” e “enevoado”. Nevoas são comuns em Tarêndia (especialmente no norte do país). A temperatura média do país varia entre 15º a 25º ao longo do ano.  
O relevo de Tarêndia é um verdadeiro “tapete”, possuindo várias campinas, planícies e pântanos ao longo de sua extensão, com uma vegetação tipicamente temperada.

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Re: O Mundo

Mensagem por Aliot von Limbourg em Dom Set 08, 2013 5:46 pm

República de Mithrai



Nome Oficial: Alfandart era Mithrai (República de Mithrai)
Localização: norte do continente oriental, Porção leste da Ilha Flutuante de Sellar
Capital: Clyftul (pop. média de 970 mil habitantes)
Idioma Oficial: Yiari
Religião Predominante: Chantria (no entanto, adeptos dos antigos cultos pagãos élficos são relativamente comuns, principalmente em comunidade do interior do país)
Moeda Corrente: Aruendo
Raça Predominante: Álfar
Genitivo: Mithraico/Mithraica, ou Mithrense
Forma de Governo: República
Lema: Filhos da República, Erguei as Asas da Liberdade! (Dacma era Alfandart, Tellai an Sciónes Shaoghart!)

Líder Atual: Primeira Ministra Gwynever Cléonhart


Alguns países tentam ganhar poder pela força (como Tarêndia), outros, tentam ganhar poder pelo tamanho (como Eloz), Mithrai, por sua vez, anseia o poder pelo dinheiro. Não é a toa que é o país mais rico do oriente.

A riqueza de Mithrai é surpreendente e merecedora de nota. Desde tempos antigos que a nação élfica do leste vem sofrendo com ataques de todas as outras nações orientais. Quando Tarêndia não atacava o território mithrense para expandir seu território, os wescans saqueavam as vilas do sul da nação. É surpreendente como Mithrai conseguiu resistir durante tanto tempo a pressões externas, e com o bônus de ser uma nação rica e produtiva.

O motivo mais provável (e óbvio) do porque Mithrai é tão próspera deve-se ao fato de que o país é a sede da Dúrna Cálas, a mais poderosa organização comercial do oriente.
Desde que a Dúrna Cálas foi criada, por volta do início século XI, a república começou a prosperar de maneira surpreendente. A cada ano que passava, o país ficava cada vez mais rico, ganhando a alcunha de “a Servais do Oriente”.
Também foi graças a Dúrna Cálas que os conflitos constantes entre Mithrai e Tarêndia cerraram. Foi no ano de 1330 D.Q que as batalhas seculares entre os dois países acabaram, com um tratado de paz assinado pelos próprios líderes das duas nações élficas.
Apesar da paz aparente paz entre as duas nações (que ainda mantêm-se firme após 7 décadas desde o dia em que o tratado foi assinado), não é incomum os mithrenses importunarem seus conterrâneos tarêndicos (e a recíproca é verdadeira). A verdade é que 70 anos de paz não são suficientes para sufocar as antigas rixas entre os povos dos dois países álfares.

A história da origem de Mithrai é no mínimo, única. Foi nos arredores do Lago Mhoaine (um grandioso lago, localizado no leste de Mithrai) que os primeiros elfos de Cyphus teriam surgido.
O antigo folclore mithraico diz que os primeiros elfos teriam nascido das águas do lago Mhoaine, um portal que ligaria o mundo mortal ao mundo dos deuses.
Desse lago, além dos primeiros elfos, teriam nascido Alfathar e Selariel, duas figuras lendárias, que teriam sido os primeiros Lebiodirr (figuras élficas de grande importância, que possuem um estatuto especial, similar aos “lordes” e “ladies” da Inglaterra Vitoriana)
Alfathar teria sido o primeiro líder dos elfos, sendo a ele atribuída a origem do nome “Alfar” (elfo, em Yiari).
Selariel teria sido a elfa que teria fundado a primeira nação élfica (conhecida como Selara), a Selariel também é atribuída a origem do nome da ilha onde se localiza Tarêndia e Mithrai: a Ilha de Sellar.

Verdade ou não, essa história é muito respeitada pelos elfos mithraicos (até mesmo pelos próprios adeptos da Chantria), assim como o Lago Mhoaine, que é um dos símbolos da república.

Assim como Tarêndia, Mithrai é uma nação onde a magia é permitida (e apoiada por seus governantes). Como exemplo, podemos citar a Vila de Garrenlef, uma pacata cidade localizada no interior de Mithrai, lar de várias escolas de magia.

Diferentemente das demais nações orientais, que são ferrenhamente apegas à regimes monárquicos, Mithrai é um “tracejo de democracia” encravado nas terras do leste.
Mithrai é uma república, onde o chefe de estado (o primeiro-ministro) é eleito pelo povo, permanecendo no poder durante 8 anos. Caso o primeiro-ministro deseje recandidatar-se (e caso ele vença as eleições), ele terá o direito de permanecer apenas mais 4 anos no governo.
Enquanto famílias nobres de outras nações brigam entre si pelo trono, em Mithrai, as guildas (como são chamados os partidos políticos) resolvem seus problemas de forma democrática e pacífica... pelo menos, é assim que as coisas funcionam atualmente.
Em tempos passados (não tão distantes), não era incomum as guildas resolverem seus conflitos em lutas e brigas violentas e intermináveis. Naquele tempo, servir ao povo mithraico como um guildeiro era assinar seu atestado de óbito.

Atualmente, a guilda/partido que rege o governo de Mithrai é a “Flor de Ferro” (Eirón Chainn, em Yiari).

Esta guilda foi responsável pelo rápido e exponencial desenvolvimento industrial de Mithrai. A nação élfica nunca esteve se desenvolvendo tão rápido.
Graças a Flor de Ferro, indústrias dos mais variados tipos surgem todo dia em Mithrai, e o progresso fabril corre a todo vapor.

Apesar de Tarêndia ter as melhores estradas de ferro, é inegável que Mithrai possui as melhores indústrias de todo o oriente, superando as fábricas do império.
É esse desenvolvimento desenfreado que preocupa muitos elfos (não só os elfos, na verdade, mas todos os mithrenses). Muitas florestas estão sendo derrubadas, e várias fazendas estão sendo desmanteladas para serem repostas por indústrias. Talvez, o progresso valha a pena, mas as classes sociais mais humildes estão pagando um preço alto pela revolução industrial...

O Clima de Mithrai é frio e úmido (assim como Tarêndia). Chuvas são comuns o ano todo, deixando o clima local “abafado”. É comum nevar no norte de Mithrai nas estações mais frias. A temperatura média de Mithrai varia entre 10º e 20º, com temperaturas um pouco abaixo de zero no meio do inverno.
O relevo é plano e as vegetação é tipicamente arbustiva (com algumas concentrações florestais ao longo da região oeste de Mithrai).

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